Pós-graduação faz parte da qualificação profissional atual

Recém-graduados em Engenharia Civil pelo Centro Universitário Moura Lacerda ressaltam a importância da continuidade dos estudos e da especialização para a competitividade do mercado de trabalho

Gabriel Borges Oliveira tem 24 anos e formou-se engenheiro civil pelo Centro Universitário Moura Lacerda em 2013. Mesmo já inserido no mercado de trabalho, o jovem decidiu buscar mais conhecimentos e começou um curso de Pós-graduação na Instituição. Talita Damaggio Manaia, 24, e Anelize de Souza Pinto, 23, ambas graduadas na mesma turma de Oliveira, também ingressaram em especializações no Moura Lacerda. Três exemplos de profissionais que sabem da importância do aperfeiçoamento para crescer e se manter na carreira escolhida.
 
A prática dos recém-formados, segundo a coordenadora do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário, Solange Pereira dos Santos, é uma tendência natural para alcançar os melhores resultados. “As oportunidades de emprego são oferecidas a quem se prepara constantemente. Conquistar sabedoria é uma exigência do tempo em que vivemos”, destaca.

Gabriel Oliveira concorda com a docente. “Atualmente precisamos nos aprimorar em nossas áreas e nos transformar em engenheiros cada vez mais completos”, reforça.
Talita Manaia acredita no estudo como ferramenta de renovação. “É muito valioso estarmos conectados com os nossos assuntos e temas abordados do segmento”, analisa.
Para Anelize Pinto, fazer uma pós, na área, ultrapassa limites. “Tudo muda muito rápido e estar ligado às alterações nas normas é fundamental”, afirma.
 
No entanto, Solange dos Santos acredita que os benefícios da continuidade dos estudos vão além das próprias expectativas. Para ela, o ambiente estudantil permite a manutenção e a criação de laços interpessoais. “Possuir um bom networking é considerado ponto positivo pelo empregador e uma necessidade social. Outras sugestões são aprender línguas estrangeiras como o inglês e o espanhol, e utilizar as redes sociais com responsabilidade, porque, afinal, hoje em dia, funcionam como vitrines de nossas atitudes”, finaliza.
 
O Moura Lacerda mantém opções em Pós-graduação Latu Sensu no campo da Engenharia Civil e nas mais variadas áreas do saber.
 
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Moura Lacerda realiza palestra com o tema “Caminhos para o mercado de trabalho”

O encontro, ministrado pela coach empresarial Lara Puzzo, reuniu, em dois horários diferentes, os alunos do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário e aconteceu na Unidade I/Sede, no auditório Ilka de Moura Lacerda, na última segunda-feira (25/08)

O Centro Universitário Moura Lacerda promoveu palestra com a coach empresarial e membro da Sociedade Brasileira de Coaching, Lara Puzzo. O encontro, direcionado aos alunos do curso de Ciências Contábeis, abordou o tema “Caminhos para o mercado de trabalho” e foi realizado na Unidade I/Sede, no auditório Ilka de Moura Lacerda, na última segunda-feira (25/08). O mesmo assunto foi apresentado em dois horários diferentes.
 
O coordenador da graduação, Paulo Alencar Lapini, destacou a importância das reuniões para os desenvolvimentos acadêmico e profissional. “Estes são valiosos momentos de reflexão”, explicou.
 
Durante o debate, a especialista, com linguagem dinâmica e proximidade do público jovem, dialogou sobre assuntos imprescindíveis para o dia a dia corporativo, entre eles, o perfil dos indivíduos, a reatividade e a proatividade, a atitude como geradora de oportunidades, a definição de metas e o planejamento.
 
Segundo Lara Puzzo, que citou referências de grandes empreendedoras e de pessoas de destaque em sua geração, como Sônia Hess, CEO da Dudalina – uma das maiores operações têxteis do Brasil, e Isabel Pesce, fundadora da FazINOVA, os desafios são fundamentais. “Objetivos mudam uma vida. É necessário que saibamos: não devemos nos acostumar com o que não nos faz feliz”, explicou.
 
A coach também reforçou plataformas digitais, como o LinkedIN, para manter redes de contatos e a exigência de um currículo claro, objetivo e verdadeiro.
 
O estudante Gustavo Henrique Rodrigues apontou os benefícios de participar. “Sou músico e sempre gostei de matemática. Estudo no Moura Lacerda porque quero construir e conquistar resultados bem maiores”, refletiu.
 
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Aula prática de Engenharia Civil do Moura Lacerda coloca alunos em contato direto com o trabalho de campo

O engenheiro agrimensor e docente da graduação do Centro Universitário, Jorge Nucci, ensinou a utilização do nível ótico – aparelho que pode ser confundido pelas ruas até como um radar eletrônico de velocidade
 
A aula prática da disciplina de topografia do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário Moura Lacerda ensina, de maneira clara e objetiva, o passo a passo para conhecer e trabalhar com o aparelho de nível ótico – equipamento primordial para calcular a diferença de nível entre planos e imprescindível para a realização de qualquer tipo de edificação.
 
No último sábado (23/08), alunos da graduação foram contemplados com explicações e informações ministradas pelo engenheiro agrimensor e professor da Instituição, Jorge Nucci. Durante o encontro, os estudantes percorreram a Unidade II/Campus e puderam exercitar os aprendizados acadêmicos adquiridos. Com prancheta, papel e caneta elaboraram medições para conferir as diferenças de altitude dos terrenos.
 
De olho na régua graduada por meio da luneta do “nível de engenheiro” – instrumento que é semelhante ao tripé utilizado por cinegrafistas e fotógrafos, os discentes promoveram leituras e marcações.
 
De acordo com Jorge Nucci, somente prática e experiência garantem precisão. “O nivelamento, o esquadro e o prumo são os itens mais importantes numa obra”, destacou.
 
O docente, que trabalha na área desde a década de 1970, explica que a profissão de engenheiro agrimensor possui um leque variado de atuações. “Este segmento da topografia permite viajar o mundo para fornecer suporte às mais diversas construções, como em barragens, loteamentos, rodovias, áreas rurais ou urbanas”, explicou.
 
Segundo Nucci, o mercado cada vez mais competitivo exige a necessidade de especializações. “Não é mais possível ficar parado. O saber deve ser conquistado todos os dias”, afirmou.
 
Carla Vilhena, do 10º período do curso, participou e aprovou a aula. “Gostei muito. É importante termos este tipo de atividade constantemente”, ressaltou.
 
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Aluna do Moura Lacerda tem look apresentado por artista que participou do encerramento das Paraolimpíadas de Londres

As peças produzidas foram mostradas durante a final do 6º Concurso Moda Inclusiva – Edição Internacional, realizada em São Paulo, na sexta-feira (15/08)
 
A aluna do curso de Moda do Centro Universitário Moura Lacerda, Anna Carolina Melo, teve o look produzido para a final do 6º Concurso Moda Inclusiva – Edição Internacional, realizada em São Paulo, na sexta-feira (15/08), apresentado pela bailarina da Associação de Ballet e Artes para Cegos “Fernanda Bianchini”, Marina Guimarães, que participou do encerramento das Paraolimpíadas de Londres, em 2012.
 
Para Anna Melo, a experiência de integrar o projeto foi incrível. “Conheci a Marina e várias pessoas que me ensinaram, ainda mais, a olhar para o outro sempre com igualdade”, destacou.
 
Segundo a estudante, a palavra inclusão deve ser espalhada por todos os cantos. “Tenho a certeza de que vou concorrer no próximo ano. Amei estar próxima desta área e defini, também, o meu tema para o artigo científico. Descobri que possuo uma grande estrada para percorrer e que a nossa “batalha” não termina por aqui”, refletiu.
 
Marina Guimarães aprovou o figurino criado pela discente do Moura Lacerda. “Gostei principalmente da camiseta e do casaco. A calça ficou prática porque atendeu perfeitamente os seus objetivos. Até a pessoa ter uma deficiência, muitas vezes, ela não percebe a real importância do concurso”, afirmou.
 
O concurso Moda Inclusiva é promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo e tem como proposta o desenvolvimento de peças de vestuário para pessoas com deficiência, com a premissa de estimular o debate sobre a inclusão. Nesta sexta edição, foram inscritos estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área do Brasil e da América Latina.
 
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Diploma da década de 1930 é arquivo histórico de família em Ribeirão Preto

Urbano Velludo, falecido em 1976, formou-se na “Faculdade de Sciencias Economicas de Ribeirão Preto”, sob a gestão da “Instituição Universitária Moura Lacerda”, em 31 de dezembro de 1934
A família de Urbano Velludo, que nasceu em 1916 e faleceu em 1976, possui uma história que se confunde com a de Ribeirão Preto. Constituída por portugueses, que se estabeleceram na cidade em 1888, quando o município ainda completava os 32 anos de fundação, e que vieram em busca de trabalho nas lavouras de café e chegaram à “terra roxa” na época do processo de libertação dos escravos.
 
Depois de formado pela “Faculdade de Sciencias Economicas de Ribeirão Preto”, sob a gestão da “Instituição Universitária Moura Lacerda”, em 31 de dezembro de 1934, Velludo se mudou para o Estado de Goiás e retornou somente em 1970. Foi quando decidiu abandonar o trabalho no campo e comprou um escritório de contabilidade na região.
 
O filho do ex-aluno do Moura Lacerda, o publicitário Urbano Velludo Júnior, conta que naquela ocasião, com apenas seis anos, descobriu a formação do pai. “Ele tirou o diploma da gaveta e nos mostrou. Achava bonito o título de “Perito Contador”. Sempre me encantei com a representatividade, com a imponência e com o próprio papel utilizado”, destaca.

Velludo Júnior, hoje com 50 anos, casado e pai de três filhos, sente orgulho de possuir o documento. “Este diploma é um estímulo para os filhos, os netos e os bisnetos, para que depositem nos estudos e no trabalho as expectativas de progredir na vida”, afirma.
 
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Alunos do Moura Lacerda participam da XII Semana de Relações Internacionais da Unesp

Os estudantes do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário, Héros Tamiozzo de Aguiar e Camila Ito, apresentaram os seus trabalhos em evento realizado em Franca (SP), de 11 a 15 de agosto
Os alunos do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário Moura Lacerda, Héros Tamiozzo de Aguiar e Camila Ito, participaram da XII Semana de Relações Internacionais da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), realizada entre os dias 11 e 15 de agosto na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, em Franca (SP).
 
O evento, voltado para estudantes da área, professores, pesquisadores e profissionais, foi promovido pelo Conselho de Curso da Unesp, unidades de Franca e de Marília, com o apoio do departamento de Relações Internacionais da Unesp em Franca.
 
Héros de Aguiar integrou a sessão temática sobre o “O papel dos EUA em um Sistema Internacional em transformação”, tendo como subseção “A influência dos EUA na conjuntura internacional”.
 
Em sua apresentação, Aguiar abordou “As negociações entre palestinos e israelenses desde os acordos de Oslo na década de 1990: avanços ou retrocessos”. “Foi uma experiência muito positiva para a construção de uma visão mais solidificada e ampla da vivência acadêmica. Tivemos a oportunidade de conhecer pesquisadores e estudiosos de todo o país, sem mencionar as contribuições de autoridades especializadas em cada assunto proposto”, destacou.
 
Camila Ito fez parte da discussão “Instituições Internacionais: meio ambiente, direitos humanos e gênero”, com o artigo “Da conferência de Estocolmo (1972) à Rio 92 (1992): A construção de uma agenda internacional do meio ambiente e o posicionamento brasileiro”. Segundo a discente, o encontro na Unesp permitiu a formulação de diferentes pontos de vista. “O debate foi válido em todos os sentidos, além de estimular o nosso senso crítico”, afirmou.
 
O coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e de Relações Internacionais do Moura Lacerda, Anderson Salvador Romanello, ressaltou a importância da presença dos alunos em grandes congressos. “É um motivo de orgulho para a Instituição e para todos nós professores”, explicou.
 
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Ex-aluna do Mestrado em Educação do Centro Universitário Moura Lacerda, participa do Seminário “O que a Arte ensina para quem ensina Arte”

A ex-aluna do Mestrado em Educação, MS.Rita Soares de Oliveira participou do Seminário “O que a Arte ensina para quem ensina Arte”, organizado pela Faculdade de Educação e Museu de Artes Visuais da UNICAMP onde na ocasião, entregou um volume da sua dissertação Experiências Poéticas em sala de aula, para a arte educadora nacionalmente referenciada, Profa. Dra. Ana Mae Tavares Barbosa. A aluna foi orientanda da Profa. Dra. Maria de Fátima da S.C.G. de Mattos.

DICA CULTURAL

“EM NOME DO JOGO”

Quando: dias 30 e 31 de agosto (sábado e domingo)Horário: sábado, às 21h e domingo, às 19hLocal: no TEATRO MUNICIPAL RIBEIRÃO PRETO (alto do morro de São Bento, s/ nº)Informações: (16) 3625.6841
Acontece: 
Ministério da Cultura e Petrobrás apresentam: “EM NOME DO JOGO”
com TADEU AGUIAR e EROM CORDEIRO.
Um jogo de segundas intenções com uma trama recheada de mistério e suspense traz ao palco TADEU AGUIAR e EROM CORDEIRO num espetáculo eletrizante.
Concepção e direção geral de GUSTAVO PASO.
ANDREW WYKE, vivido por TADEU AGUIAR, é um escritor de romances policiais de enorme sucesso que adora jogos e teatro. Ele convida o amante de sua mulher MILO TINDOLINI (EROM CORDEIRO), cabeleireiro italiano, sedutor e atraente, para um encontro, aproveitando que sua esposa e amante de Milo, Sra. Marguerite esta viajando, desencadeando uma batalha de gênios com potencialidade para resultados inesperados, pois fazem tudo em nome de um bom jogo. A história começa exatamente no momento em que Milo Tindolini entra na casa de Andrew.
Andrew Wyke é um homem de grande vaidade e gosta de criar jogos para experimentar suas tramas de suspense e mistério. Para ele a vida é um jogo. A cada instante que a conversa entre os dois vai se desenvolvendo o público começa a desvendar o real motivo do convite. Andrew não quer mais ficar casado com Marguerite, até porque ele também mantém um romance com outra mulher. Porém, não quer ceder em relação ao divorcio, o que comprometeria metade de seus bens.
Aproveitando-se que a situação financeira de Milo é frágil e que Marguerite é uma mulher extravagante e de gostos caros, ele convence Milo a executar o plano perfeito: roubar as jóias de seu cofre particular, avaliadas pela seguradora em mais de seis milhões, os títulos de propriedade, contato com receptador, disfarce para não ser reconhecido pelas câmeras de segurança e finalmente provas de que tudo que se passou naquela noite foi um simples assalto. Assim, Milo ficaria com as jóias para repassar ao tal receptador, e Andrew receberia o dinheiro do seguro, além de se livrar de sua mulher. Acontece que tudo não passa de mais um dos jogos de Andrew Wyke. Logo após o roubo, Andrew surpreende Milo com uma arma revelando que tudo não passava de uma vingança, pois ainda amava sua mulher e não perderia para um cabeleireiro italiano sem classe. Milo pede em vão para ser poupado, mas acaba executado.
Passados três dias, o Detetive Doppler começa a investigar a morte de Milo Tindolini, e o jogo começa a tomar outras proporções jamais esperadas e que por motivos históricos, de que uma peça de suspense policial se mantém através de seus mistérios, não revelaremos pra vocês como se desenrola este intrincado enredo que mobilizou todos os países, das mais diversas culturas e línguas, por onde passou.
Quando estreou nos EUA, o crítico do New York Times escreveu: ‘Essa é simplesmente a melhor peça policial que eu assisti em toda a minha vida’. Pouco antes de morrer o autor Anthony Shaffer declarou sua felicidade com as notícias acerca do sucesso da peça: “Hoje é um dia especial, meus agentes me disseram que desde que estreou em 1970, SLEUTH ficou em cartaz, em algum teatro do mundo, todos os dias do ano, por 30 anos seguidos.”
Para o diretor Gustavo Paso, fã de Rubem Fonseca, a peça tem em sua construção dramatúrgica o que há de melhor nos romances de suspense: “A peça é uma sucessão de jogos entre os dois personagens, e que nem sempre sabemos quem realmente está no domínio.”A historia teve duas versões cinematográficas em 1972, com os astros Laurence Olivier e Michael Caine, e foi indicada para inúmeros prêmios em todo o mundo. Em 2005 um roteiro adaptado foi requisitado pelo diretor inglês Kenneth Branagh num remake por Harold Pinter, tendo Jude Law e Michael Caine, no papel de Andrew Wyke e Milo Tindolini como intérpretes.
ELENCOAtores: TADEU AGUIAR (Andrew Wyke) E EROM CORDEIRO (Milo Tindolini)Ator/Contraregra: Sergio Sasso
FICHA TECNICATexto: ANTHONY SHAFFERTradução: MARCOS DAUDAdaptação: MARCOS CARUSO, GUSTAVO PASO E EMÍLIO DE MELODireção de GUSTAVO PASO com Co-direção FERNANDO PHILBERTDireção Geral: GUSTAVO PASOAssistente de Direção: MONICA VILELAIluminação: PAULO CESAR MEDEIROSTrilha Sonora: CAIQUE BOTKAYCenário: CARLA BERRI e ANA PAULA CARDOSOFigurino e Adereços: TECA FICHINSKIPreparação de Lutas e Esgrima: RENATO ROCHAAssessoria de Imprensa: ALESSANDRA COSTAProdução: EM CENA PRODUÇÕESDiretora de Produção: LUCIANA FÁVEROAssistente de Produção: THALITA VAZRealização: PASO D’ARTE
Quanto: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia entrada.

Fonte: Divirta-se Online